oMA Studios, MLB e a febre dos bonés “proibidos” que viraram grails do streetwear

 

A Oma Studios (oMA) é uma marca de headwear baseada em Los Angeles, criada pelo designer Old Man Alan. A proposta é simples só na aparência: bonés e skull caps minimalistas, com cara de peça vintage, misturando referências de esportes americanos, cultura japonesa e estética retrô, tudo produzido em pequena escala nos EUA.

 

Nos últimos meses, a marca explodiu no cenário de streetwear global. Os modelos com siglas de cidades e times — como NY, LA, SF, Green Bay e outros — viraram favoritos de influenciadores, stylists e fãs de baseball aesthetic. Essa combinação de shape perfeito, bordado 3D robusto e storytelling forte transformou os bonés da Oma em um dos acessórios mais desejados do momento, especialmente para quem quer fugir do “mais do mesmo” da New Era tradicional.

 

 

O “encontro” com a MLB: quando o hype vira problema (e oportunidade)

O ponto de virada aconteceu em junho de 2025. A própria MLB (Major League Baseball) enviou uma notificação oficial à Oma Studios exigindo que a marca parasse de vender qualquer produto relacionado aos logos da liga, por questões de direitos de marca. Resultado: todos os modelos com logos MLB tiveram que ser retirados da loja oficial.

Em comunicado publicado no Instagram e repercutido por veículos de streetwear na Ásia, a Oma explicou que:

  • recebeu uma carta formal da MLB pedindo o fim da comercialização de peças com símbolos da liga;

  • respeitaria a decisão, retirando esses produtos do ar;

  • e que esses bonés passariam, na prática, a ser “pra sempre” descontinuados — ou seja, grails instantâneos para quem já tinha ou ainda conseguisse achar algum estoque perdido.

 

Ao mesmo tempo, a marca deixou claro que isso não significava o fim da história: eles já estavam desenvolvendo novos designs, mantendo a mesma energia de herança esportiva e estética vintage — só que agora sem depender diretamente dos logos da MLB.

 

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Por que os bonés da Oma viraram item obrigatório no fit?

O hype em cima dos bonés Oma Studios não é só pelo “ban” da MLB. Tem uma questão de produto bem feito:

  • Shape: 5-panel ou 6-panel com ajuste perfeito, nem alto demais, nem “colado” na cabeça.

  • Bordado: letras NY NY, LA, SF e variações com flames, cherry blossom, crown, camo e outras séries especiais, sempre com bordado pesado, 3D e presença forte.

  • Construção: canvas, suede e outros materiais premium, todos feitos nos EUA, com acabamento que foge da lógica de fast fashion.

  • Narrativa: a marca se vende como uma “one man army”, algo que reforça a ideia de produto autoral, quase de artista independente.

 

Some isso ao momento cultural: a volta forte do Y2K + sportswear, a estética de torcida, a globalização dos times americanos como “ícones de lifestyle” e a febre dos fitteds e snapbacks personalizados. Os bonés da Oma são o ponto de encontro entre tudo isso.

 

 

Como encaixar os bonés da Oma no seu outfit?

Pra deixar o post mais útil (e vender), vale uma seção de styling, como você já faz nas matérias da Supreme:

  • Street clean: NY preto e branco com camiseta lisa, calça reta de denim e tênis branco — perfeito pra quem quer mostrar que entende de referência sem parecer fantasiado de “torcida”.

  • Sports-core: LA azul com moletom oversized, track pants e sneaker de performance; aqui a vibe é “torcedor fashion” com cara de look de tunnel da NBA.

  • Y2K refinado: NY purple flame ou colorway mais ousada combinando com jeans largo, jersey vintage ou jaqueta de couro, trazendo a energia dos anos 2000 pra 2026.

 

 

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